Igualdade em Marte

sábado, 16 de dezembro de 2017

Alma de poeta

Era uma vez...
Uma menina que dentre todas as características, a mais marcante era a contínua confusão em sua alma. No entanto, não era a nostalgia que a afligia, e sim, o medo.
Seu coração era como uma esfera magnética, por ser extremamente positivo, atraía, assim como dito por Newton, altas cargas negativas. Mas, o que ela poderia fazer? A Física parecia controlar até mesmo os âmbitos indomáveis da garotinha.
As lágrimas eram as suas palavras mais sinceras, porém eram raramente ecoadas, eram inaudíveis, e vinham acompanhadas de fardos torturantes.
Sua alma era constituída de poesia, algumas melosas, outras cômicas, independente de suas classificações, eram elas que tiravam a garota do ordinário para o EXTRAordinário. Apenas um EXTRA para torná-la memorável!

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