Em algum lugar nesse universo imenso, regido pelas mentes maquiavélicas, existia uma menina, com olhos ávidos pela vida.
Os carros passavam, as luzes acendiam, as sirenes soavam, os pedestres caminhavam, típico cenário urbano. A monotonia permanecia constante, assim como os enormes olhos da garota, na janela.
Os sinais fechavam, as luzes apagavam, o silêncio surgia e a garotinha ainda estava atrás das grades. Sua prisão era a céu aberto...
Sua saída eram seus olhos...
Certo dia, a esperança dissuadiu-a, chamou-lhe para fora das grades... De repente, ela não era mais uma prisioneira, ela fazia parte do cenário. A menina era como um pássaro, que por um momento se sentiu voando, foi um breve vôo, um breve tombo, seguido de um profundo adeus!
Os carros passavam, as luzes acendiam, as sirenes soavam, os pedestres caminhavam, típico cenário urbano. A monotonia permanecia constante, assim como os enormes olhos da garota, na janela.
Os sinais fechavam, as luzes apagavam, o silêncio surgia e a garotinha ainda estava atrás das grades. Sua prisão era a céu aberto...
Sua saída eram seus olhos...
Certo dia, a esperança dissuadiu-a, chamou-lhe para fora das grades... De repente, ela não era mais uma prisioneira, ela fazia parte do cenário. A menina era como um pássaro, que por um momento se sentiu voando, foi um breve vôo, um breve tombo, seguido de um profundo adeus!